30 de ago. de 2011

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25 de ago. de 2011
Menodora se destaca no V Joere
A equipe de vôlei masculino comandada pela professora Giselda conseguiu o 4º lugar na competição. O Handebol feminino, que tinha como técnico o professor Vanderlúcio conseguiu a 3ª colocação no certame, colocação idêntica ao futsal feminino comandado pela professora Abgail.
Já o handebol masculino, também dirigido pelo professor Vanderlúcio foi vice-campeão do torneio. O grande destaque ficou para o futsal masculino que se sagrou campeão ao vencer a Escola Floriano Viegas por 3 x 2 na final. A equipe comandada pela professora Abgail comemorou o título da competição.
O futsal masculino categoria 94 a 97 é formado pelos atletas Alan Denis, Alisson, Charles, Edivaldo, Jacson, Jamilton, Jéferson Dias, Leonardo (9°E), Luiz Fernando (1°B), Michel, Waldeir e Wenderson.
Além dos esportes coletivos, houve participação de equipes na modalidade xadrez masculino e feminino, comandado pela professora Joice.
Os professores enaltecem o empenho dos alunos que foi fundamental para obtenção dos resultados. A direção da Escola, através da diretora Fátima Ortega parabeniza os professores e afirma que os atletas são um dos orgulhos da escola.
Os jogos tiveram a participação de equipes de escolas de Dourados, Caarapó e Douradina.
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22 de ago. de 2011
Perguntas freqüentes sobre bullying feitas através de entrevistas na mídia
1. O que é bullying?
É uma situação que ocorre sobretudo, mas não apenas, nas escolas, caracterizada por atos agressivos, repetitivos e deliberados de alguns alunos contra um ou mais colegas.
2. Quando o senhor começou a se inteirar do tema bullying?
No ano 2000. Em 2001 e 2002 visitei instituições especializadas em Londres, em Paris e em Bordeaux. Trouxe muito material e muitas informações.
Em 2002 e início de 2003, com o apoio da Petrobras e do IBOPE, conseguimos introduzir o assunto bullying em várias escolas do Rio. Uma extensa pesquisa foi feita e um livro publicado. Desde então temos divulgado o tema em escolas e na mídia.
3. Bullying é uma palavra da língua inglesa. Não é possível traduzir?
A palavra bullying é muito forte e concisa. Ainda não temos em português uma palavra capaz de resumir e englobar tão bem como a palavra bullying as diversas formas de agressividade.
Quando iniciamos no Brasil o nosso trabalho com o bullying em 2001, achávamos que haveria problemas. Vemos hoje que o termo bullying já está inserido no cotidiano de muitas escolas, da mídia, da sociedade em geral.
4. O bullying ocorre em que segmentos da sociedade?
As pesquisas efetuadas, inclusive no Brasil, mostram que o bullying ocorre em qualquer escola, independente de condições sociais e econômicas dos alunos.
5. Que tipo de atos agressivos são praticados?
As atitudes mais comuns são de ofensas verbais, humilhações, exclusão, discriminação, mas também podem envolver agressões físicas e sexuais. Apelidos ofensivos é a principal queixa dos alunos-alvo.
Duas situações freqüentes nas pesquisas européias ainda são pouco citadas entre nós - a homofobia é uma e a outra é o "cobrar pedágio", extorquindo dinheiro do lanche, por exemplo.
6. Quem participa do bullying nas escolas?
Os alunos-alvo (que sofrem o bullying), os alunos-autores (que praticam o bullying) e os alunos testemunhas silenciosas (que assistem aos atos de bullying, sem nada fazer).
7. O bullying é um fenômeno que só ocorre nas escolas?
Não. O bullying ocorre também, por exemplo no ambiente de trabalho (workplace bullying, ou assédio moral, como vem sendo chamado no Brasil). Esta situação é frequente e tem gerado pedidos milionários de indenizações em muitos países.
Ocorre também através da internet, cada vez com mais freqüência (cyber bullying) ou através do telefone celular (mobile bullying). Já há no mundo inteiro muitos trabalhos e pesquisas a respeito.
8. O bullying é um fenômeno moderno?
Não, mas apenas agora vem sendo reconhecido como causador de danos e merecedor de medidas especiais para sua prevenção e enfrentamento.
9. Que tipo de danos pode causar o bullying?
A vítima pode apresentar baixa auto-estima, dificuldade de relacionamento social e no desenvolvimento escolar, fobia escolar, tristeza, depressão, podendo chegar ao suicídio e a atos de violência extrema contra a escola.
Já os autores podem se considerar realizados e reconhecidos pelos seus colegas pelos atos de violência e poderão levar para a vida adulta o comportamento agressivo e violento. As testemunhas silenciosas também sofrem, pela sua omissão e falta de coleguismo. Muitos sentem-se culpados por toda a vida.
10. Como suspeitar que uma criança está sofrendo bullying na escola?
Rejeitar a escola, pedir para mudar de sala de aula, queda no rendimento escolar, passar a apresentar sinais de somatizações (diarréia, vômitos, dores abdominais, asma, insônia e pesadelos), e problemas emocionais (como tristeza, depressão) ou sociais (como isolamento e não participação em atividades de grupo).
Os pais devem estar sempre atentos para a possibilidade do seu filho estar sofrendo bullying. Acompanhar a socialização da criança é tão, ou mais, importante quanto tomar conhecimento do seu aproveitamento escolar. Uma boa dica é convidar para irem à sua casa os colegas da escola.
11. O que fazer para combater o bullying?
O primeiro passo é o reconhecimento pela sociedade, pelos pais e sobretudo pelas escolas de que o bullying existe, é danoso e não pode ser admitido. À escola cabe a responsabilidade maior de envolver todos seus membros na não aceitação do bullying privilegiando a prevenção. Diante de casos ocorrido, à escola compete reunir todos os participantes e as famílias. Os pais e os alunos têm que obrigatoriamente participar.
12. E então o que os pais devem fazer?
Incentivar o filho a falar, ir à escola e buscar uma solução que envolva toda a comunidade escolar. É lógico que isso só será possível se a escola tiver como lema a não aceitação do bullying.
É bom lembrar que o bullying ocorre em todas as escolas. Diz-se que a escola que afirma que lá não ocorre o bullying é provavelmente aquela onde há mais situações de bullying, porque nada fazem para prevenir e reprimir.
13. O bullying está sendo enfrentado amplamente no Brasil?
Não. Muito timidamente. A discussão do assunto mesmo em outros países é relativamente nova - pouco mais de 15 ou 20 anos. No Brasil ainda estamos começando a enfrentar o problema.
14. Os atos de violência praticados por adolescentes têm alguma relação com o bullying?
Não diretamente. Contudo o comportamento agressivo de adolescentes tem sua origem na infância. Modelos agressivos de solução de conflitos ou problemas, são muitas vezes passados aos filhos pelos próprios pais.
Valores como direitos iguais, cidadania, respeito ao próximo, frequentemente não são observados dentro da família.
Adolescentes que sofreram violência na família, ou presenciaram atos de violência entre os pais, podem ter condutas agressivas na escola e na vida adulta.
15. Ao escolher uma escola para seus filhos os pais devem considerar a questão do bullying?
Sim. Uma escola que não conhece o assunto, que não desenvolve programas a partir do princípio "Nesta escola não se aceita o bullying", ou que afirma que o bullying lá nunca ocorreu, certamente não é uma boa escola. Evite-a.(observatoriodainfancia.com.br)
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Fetems e governo do Estado vem debatendo mudanças no estatuto da educação
A Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems) vem debatendo com o Governo do Estado, as mudanças no estatuto da educação. O Governo diz que nesse momento quer fazer um levantamento do impacto financeiro sobre o que acarretaria a mais para os cofres do Estado.
Em reuniões realizadas em Campo Grande, o governador André Puccinelli disse que não discutirá o aumento das horas/atividades e o retorno da licença prêmio, pontos colocados em pauta pela categoria.
Uma nova reunião será agendada entre o Estado e a Fetems para os próximos dias, para que sejam discutidos novos detalhes sobre a questão.
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Fundação afirma que cumpriu todas as regras no ProJovem em Dourados
Maryuska Pavão com Assessoria
A execução do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (ProJovem Trabalhador), pela Fundação Biótica, em Dourados, obedeceu todas as restritas regras estabelecidas pela lei que rege o programa, disse o advogado da Fundação Biótica, Glauco Lubacheski de Aguiar, sobre as acusações de supostas irregularidades que estão sendo apuradas pelo Ministério Público Federal. Contratada pela Prefeitura, a Fundação executou no município o cronograma de 350 horas/aula na qualificação social e profissional de jovens no período de 14 de julho a 31 de dezembro de 2010.
O ProJovem, oferece aos jovens com idade entre 18 a 29 anos a oportunidade de se qualificar profissionalmente ao mesmo tempo em que lhes garante renda. Uma das regras prevê que cada participante receba uma bolsa no valor total de R$ 600, paga em parcelas mensais durante o período da qualificação e o dinheiro é depositado diretamente na conta do aluno, aberta pelo próprio Ministério do Trabalho em nome do aluno, sem nenhum tipo de intermediário.
“Qualquer pessoa que tiver acesso ao inquérito que tramita no MPF pode observar já na primeira página do relatório do assessor da Procuraria da República, que visitou pessoalmente a sede do ProJovem, em Dourados, no mês de dezembro de 2010, e certificou que o programa funcionava normalmente, inclusive ele escreveu que conversou com alunos e todos o informaram que estavam lá estudando havia 6 meses. Entre 13 e 17 de dezembro esteve no local o fiscal do Ministério do Trabalho. Antes, em setembro, o Juiz Eduardo Machado Rocha, quando prefeito interino de Dourados, também fez pessoalmente a fiscalização da execução do programa”, lembrou o advogado Glauco Lubacheski de Aguiar depois de se reunir em Campo Grande com o presidente da Fundação Biótica, Jorge Pedrinho Pfitscher.
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